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Michael Scofield GPS

October 25th, 2008 Fernando Shayani 8 comments


Para quem acompanha Prison Break talvez não tenha notado nada de errado com a forma que Michael Scofield encontra Roland (Episódio S04E08 – The Price). Foi básicamente rídiculo de tão fácil. Ele colocou o chip do GPS do seu monitor (que Don Self forçou todos a usar) escondido embaixo da bateria do Macbook Pro do Roland e depois usou um Garmin 76Csx para rastreá-lo. Simples assim.


MAS…

1) Como é que um chip, tem que vários circuitos integrados nele, com pelo menos 0,5cm de altura, coube entre a bateria do notebook e o casco do mesmo? Se vocês pegarem seus notebooks vão ver que não cabe quase nem papel dobrado la dentro. Com os Macbooks não são diferentes (tenho um). Mas OK. Ele é o Michael Scofield e deve ter dado um jeito.

2) Como é que um chip de GPS (presumindo que esse chip que ele arrancou do monitor de tornozela como alguém que arranca casquinha de ferida da pele tenha uma bateria embutida nesta parte do chip, e não no resto do monitor) consegue receber os sinais dos satélites sem ter visada direta do céu? Isso é um pré-requisito da tecnologia GPS por conta de suas frequências. Já tentaram usar seu GPS dentro de casa, longe da janela? Se for um Garmin normal, não pega mesmo. Se for a linha 60 ou 70 da Garmin, até consegue algo se tiver uma janela por perto. Esse é o GPS milagroso do Michal Scofield, que consegue ver o céu e receber os sinais dos satélites atravessando a bateria do notebook cheia de litium e a mochila do Roland.

3) E como é que o Garmin 76Csx do Michael (aonde ele arranjou um?) conseguiu rastrear o outro GPS? Isso não é possível já que o 76Csx e outros do gênero somente vêem os satélites e nada mais. Minha teoria é que o GPS dos monitores deles tenham um CHIP 3G ou algo do gênero transmisindo para uma central sua localização (assim que funciona o rastreamento de caminhões de carga) e a central envia os dados para um outro receptor específico, como o do Don Self. Mas não para um 76Csx! Mas esse 76Csx é do Michael Scofield, então ele também deve receber o sinal :)

Ou seja, se você é o Michael, é mole de encontrar outras pessoas pelo mundo!

(Se você quer entender como funciona o GPS, esse tutorial da Trimble é muito legal)

Super Heroi Americano

October 19th, 2008 Fernando Shayani 4 comments

Assistindo ao The Big Bang Theory (S02E04), o Sheldon estava com uma camiseta vermelha com um símbolo que eu tinha certeza que já tinha visto antes. Era do Super Heroi Americano (The Greatest American Hero), um seriado da TV do inicio dos anos 80 (1981-1983).

Eu adorava esse seriado quando era moleque. Era sobre um professor, Ralph Hinkley (interpretado pelo William Katt) que foi abordado por uma nave espacial que lhe entrega uma roupa que da super poderes pra combater o crime, junto com o manual de instruções da roupa, mas Ralph perde o manual e tem que descobrir sozinho como a roupa funciona. A partir daí começam as aventuras toscas do Super Heroi Americano.

25 anos depois, que fim levou o ator William Katt? Pra minha surpresa, ele atua ativamente até hoje. Verifiquei no IMDB e eis que encontro ele atuando em Heroes (S03E02) como o reporter que afirma que Niki Sander e Tracy Strauss são a mesma pessoa, em House M.D. e até em tosquices como “7th Heaven”.

A música tema do seriado (“Believe it or not” com Joey Scarbury) é utilizada num episódio de Seinfeld como música tema da secretária eletrônica de Gorge. Veja esse vídeo do Youtube.

Veja também o vídeo de abertura do Super Heroi Americano.

Seriados…

October 19th, 2008 Sami No comments

Lista atual de seriados que assisto/recomendo

1. Prison Break. Bom, bom, bom demais. O roteiro é interessante, cheio de reviravoltas. O personagens são bem desenvolvidos (O Mahone é o cara). Está na quarta temporada. Vale muito a pena.

2. The Office. Está no começo da quinta temporada. Não é tão necessário conhecer as outras temporadas pra entender a história, já que o seriado não se baseia no roteiro, e sim no conjunto dos personagens, e principalmente na interação entre eles. Trata do dia a dia de um pequeno escritório nos Estados Unidos, e se foca principalmente em Michael Scott (vivido pelo sempre hilário Steve Carell) e sua total falta de noção em relação em como lidar com as pessoas, e sobre como pensar antes de abrir a boca. A versão americana, segundo os puristas, não é tão boa quanto à que lhe deu origem, do Reino Unido, criada pelo Ricky Gervais, um comediante de sucesso lá. Mesmo assim, eu recomendo.

3. Heroes. Já foi melhor. Capitalizou muito em cima da fase ruim de Lost, lá por meados da segunda temporada, quando o programa se preocupava mais em levantar perguntas do que trazer respostas. Heroes chegou com uma história boa (embora “puxando” muita coisa de uma das melhores Graphic Novels de todos os tempos, Watchmen, do Alan Moore), e trazendo respostas no fim da sua primeira temporada. No entanto, programa sofreu muito com a greve de roteiristas em sua segunda temporada, que virou uma bagunça. Vi o começo da terceira, e ainda não estou convencido de que o programa se reencontrou. Mas, vale a pena, nem que apenas para ver a Niki (Ali Larter)

4. Supernatural. Esse já está na quarta temporada também. Descobri meio sem querer, em um domingo qualquer, no qual uma maratona da terceira temporada passava.. É meio Buffy, só que menos besta. Dois irmãos matam demônios. É meio que isso. Mas, os efeitos são legais, o programa é divertido e engraçado.

5. The Big Bang Theory. Levando em consideração o título do Blog, acho que não preciso nem discorrer muito sobre esse. Assistam. Simples assim. E, pra quem ainda não viu o quarto episódio da segunda temporada, adianto apenas que “sorriso” do Sheldon será meu novo avatar no twitter, assim que eu tiver saco pra fazer um screencap dele.

6. Chuck. Esse é outro que qualquer geek de respeito deveria assistir. Tem de tudo. Computadores, Nerds, referências a Call of Duty 4, participação de Tony Todd (o Candyman, do clássico cult de terror homônimo) e, além de tudo isso, essa mulher aí da esquerda…. (preciso mencionar que ela está com o biquini dourado da Princesa Léia?)

7. Lost. Esse dispensa explicações. Então também não vou explicar. Até porque o programa só retorna em fevereiro de 2009, em sua quinta temporada. Quem quiser abrir mão de alguns fins de semana, deveria “comprar” as primeiras temporadas. Lost foi feito para ser visto em sequência, temporadas inteiras, ao invés de episódio por episódio, já que os roteiristas dominaram como poucos a arte de, no último minuto de cada episódio, colocar alguma coisa que lhe faça dizer: “Ah, vamos só assistir esse próximo episódio, daí a gente vai dormir, afinal, já são quatro horas da manhã…”