Gandalf vai à Copa do Mundo

June 22nd, 2010 Fernando Shayani No comments

Claro que é uma questão de gosto, mas é o vídeo mais engraçado que vi nestes meses, e no clima da copa.

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I put on my robe and my wizard hat….

June 20th, 2010 Sami No comments

Bem, lá vamos nós na nossa tentativa de ressuscitar o The Sheldons. Hoje vou escrever sobre algo bem próximo a nós. Mais especificamente, sobre algo que vamos começar essa semana: vamos jogar RPG.

“Nós”, no caso, significa: Eu, Shayani, Kika, Rodrigo (todos membros desse blog) e Cristiane (minha peguete, rs). Nosso mestre será o Estimado Defensor Público, doutor Alexandre Cabral.

Embora nosso mestre (ou nerd-mor) tenha bastante experiência no assunto, nós somos praticamente virgens. Eu e Shayani participamos de outro jogo, que parou no meio, mestrado pelo Cabral que, sinceramente, foi uma das coisas mais divertidas que já fiz na vida. O Rodrigo acho que já jogou também outros jogos, mas imagino que tenham sido RPG de Pokemon, então não vale. Kika nunca jogou (???) embora seja nerd o suficiente pra compensar isso. E a Cris será a verdadeira novata do jogo. Ou seja, ela provavelmente vai matar o mestre final, sem querer.

O sistema escolhido, no intuito de fugir um pouco das convenções básicas de D&D-fantasia-eu-sou-um-elfo-ranger-I-put-on-my-robe-and-my-wizard-hat, vamos jogar o World of Darkness, ou WOD.

Nunca vi um jogo de RPG na "Terra das strippers bissexuais ninfomaníacas"

Jogo será em Brasília, nos tempos atuais. A idéia é jogar num mundo mais próximo da nossa realidade, até pra facilitar a vida de quem não tem experiência no jogo. Ao mesmo tempo, há um componente de sobrenatural no jogo, embora ainda não saibamos como isso vá se manifestar (Eu continuo torcendo por zumbis, mas já senti que sou voto vencido).

How cool would that be?

Fizemos questão de manter os históricos dos personagens em segredo, pra manter a espontaneidade do jogo. Ainda assim, seguem breves comentários sobres os personagens:

-         Bianca Sofia (Cristiane) é uma agrônoma. Não tenho certeza o que faz uma agrônoma ou, principalmente, porque podendo ser qualquer coisa, alguém escolheria ser uma. Mas, nao fico supreso que ela tenha escolhido uma profissao riponga e, ela sabe o que faz e, se em algum momento do jogo estaremos bem servidos se precisarmos de alguém que:

  • In particolare, l’agronomo applica le proprie competenze tecniche per guidare gli interventi dell’uomo sui fattori che determinano qualità e quantità della produzione agricola e zootecnica. L’agronomo s’interessa anche degli aspetti economici ed ecologici legati all’ambiente urbano ed extra-urbano. (fonte: Wikipedia. Não tinha em português, e fiquei com preguiça de traduzir)

"Agrônoma, sei..."

-         Carlos Celso (Rodrigo) é um mestre de obras. Logicamente, será repetidamente chamado de pedreiro e bóia-fria ao longo do jogo. De acordo com a Kika, ele tem é feinho, de bigodinho, cabelo crespo. Assim como com o Rodrigo, ele não falou muito ainda, e sabemos pouco sobre ele.

Trabalhando sem camisa, tirando onda...

-         Lorena (Kika). Tá, tá, é Luna. Prefiro Lorena. A personagem dela é bartender/dona de bar. Não entendi porque a dona do bar ainda trabalharia de bartender full time. Vou presumir que ela cuida do boteco, e tira onda de bartender. Ainda assim, ela mexe com bebida alcoólica, o que é sempre positivo. Se bem entendi, ela é famosa, bem sucedida, bem relacionada, simpática. Acho que a Kika entendeu que a idéia é aproveitar, e fazer alguém diferente da gente mesmo.

That's what she said.

-         O que me traz a João dos Passos (a.k.a. Johnny Walker), o personagem do Shayani. Ele também é bastante social, bem relacionado, falador, canastrão. Freud explica. Aposto que ele tem cabelo. Ele é promoter/playboy/Paulinho Madrugada. Acho que será hilário ver o Shay representar alguém tão diferente dele. Sei que me diverti muito com Aschgar, o bárbaro dele no outro jogo (ENOUGH TALK!!!).

Imagino que ele se veste assim....

-         E, por fim, temos o Padre Roberto Inácio O´brien, o meu personagem. Pra quem não me conhece, a idéia era representar alguém bem diferente de mim. Ele é religioso, não bebe, não fuma, e é uma boa pessoa. Precisarei de todo meu talento dramatúrgico. Como personagem mais velho do grupo, acho que caberá a ele salvar as demais almas perdidas, principalmente a da Lore…err, da Luna.

The body and blood of Christ.

Pretendemos filmar nosso jogo e disponibilizar pro(s) nosso(s) leitor(es). Provavelmente haverá algum tipo de edição, mas a maioria do vídeo entrará. Serve de teste pra projetos futuros que temos de colocar mais podcasts e vidcasts por aqui.

Acho que por hoje, é só. À medida que jogo for andando, vamos postando coisas por aqui, comentários sobre o jogo, videos, melhores momentos, etc. Espero que gostem.

O que deve acontecer...

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TIM finalmente libera tethering no iPhone

June 20th, 2010 Fernando Shayani 1 comment

Finlamente, depois de anos de espera, a TIM liberou a função de tethering no iPhone.

Para os que não sabem, tethering é a função de compartilhar a Internet do seu celular com um notebook ou outro aparelho, seja usando o cabo USB ou por Bluetooth (você sabe qual a origem deste nome?).

A princípio, a atualização da TIM para o iPhone será feita somente em aparelhos que migrem para o iOS 4, mas o Blog do iPhone fez um tutorial para liberar a função em quem preferir ficar na versão 3 do iOS.

Aos usuários que atualizam o iPhone para o iOS 4, basta plugar no iTunes e checar por novas atualizações.

Fica a dica :)

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Meu mundo Pokémon

June 18th, 2010 Kika 3 comments

Ano passado fui iniciada no mundo Pokémon. Não, não aquele do anime lá, com o Pikachu gritando “Pika Pika!”, porque sinceramente nunca vi muita graça nesse tipo de desenho. Mas nos pokémons dos games e dos cards.

O responsável pela minha iniciação foi meu namorado, o Rodrigo. Sim, sim, ele mesmo, o nerd que escreveu sobre mangás (e que também está me iniciando nessa seara). Primeiro por meio dos jogos de DS. Depois complementando com o TCG (Trading Card Game), que eu conhecia muito superficialmente por já ter jogado Yu-Gi-Oh! em seus tempos áureos.

Depois de muitas explicações (a maioria delas ignorada, porque eu devo ter algum tipo de DDA) sobre tipo de pokémons, fraquezas, golpes, efforts, evolução, itens, trainers e todo o tipo de coisas, montei meu time, tanto de cards como no DS e nunca mais parei de jogar.

Eu não tinha idéia de quanto era complexo esse mundo. Até hoje não entendo como funcionam algumas fraquezas e vantagens – por que diabos grama tem vantagem sobre água? – e ainda levo bastante tempo perdida entre algumas explicações.  Existem 17 tipos de pokémons (grama, fogo, água, terrestre, voador, lutador, etc), isso sem contar naqueles que podem ser de dois tipos, como um Fogo-Voador, por exemplo. Existe um sem-número de golpes que eles podem (ou não) aprender. Mais não-sei-quantos itens que você pode equipar os pokémons. E as habilidades. E etc etc. etc. Vocês acham que é jogo pra criancinhas? Eu não acho mais…

Os amigos do Rodrigo também adoram Pokémon e, por isso, não é raro quando estamos reunidos em sampa o assunto girar bastante em torno disso. Já ouvi de tudo, desde preferências, até explicações lógicas e matemáticas, com relação à força, superioridade ou vantagem de um ou outro tipo de pokémon. O Rodrigo me ensinou (e ensina) bastante sobre como treinar, como jogar e o que cada pokémon é capaz de fazer. Existem pokémons superfortes, dragões, lendários, poderosíssimos. E existe o meu time. Existe o meu tipo preferido.

Plusle, Pikachu e Minun. Meus fofos elétricos que surram qualquer um.

Existem os pokémons fofos.

Tanto o meu time de pokémon nos cards como no DS são de pokémons que eu vejo e falo “ooowwwnnn, eu querooooo…”. São aqueles que todo jogador olha e pensa “mas que time de mulherzinha da porra…”. São pokémons que eu não deixo evoluir pra um pokémon-monstrengo-superforte porque eu não quero que perca sua fofura.

E são pokémons que batem pra caráleo.

A prova? Batalhar via wi-fi com um amigo do Rodrigo em sampa, que joga pokémon desde a adolescência, com o meu time de pokémons fofos e dar uma surra nele. Com testemunhas e vídeo.

O bom disso é que consegui uma forma muito particular de jogar. Vejo o Rodrigo cheio de estratégias, planos e experiência e jogando pra caramba. E eu me divirto (e ele também se diverte comigo), jogando do meu jeito leve, com meus pokémons fofos que encaram qualquer dragão-lendário-pokémon-comedor, ou seja lá o que aparecer.

E aí, vai encarar a minha fofura?

Seja como for, acho que o importante foi encontrar um jogo que me vicia, me empolga, me diverte, jogar da melhor forma que conseguir (superadas as minhas deficiências de atenção e memória sobre tipos, forças, habilidades e nomes que até hoje não sei e tenho que perguntar pro Rodrigo a cada 2 minutos de jogo), colocando toda a minha mulherzice no jogo e ainda estar no páreo com o resto dos nerds experts que encontro por aí.

E você, topa uma batalha com meu time “oowwnnn”?

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