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A vida num clique

July 20th, 2009 Kika 4 comments

Essa semana fui acusada de escrever posts cujo assunto não tem absolutamente nada a ver com o conteúdo do blog. Deixo então aqui meu desabafo-resposta:

Eu sou a Penny. Então eu falo sobre a besteira o assunto que eu quiser. E ponto. (Alguém vai encarar?)

Dito isso, vamos ao post…

Eu tenho um dedinho nervoso quando vejo banners de internet. Até baixei um plugin do Firefox que bloqueia os anúncios e tal, mas tem horas que não adianta. É só ver um pisca pisca nas laterais ou pululando no meio de qualquer site que eu vou lá e clico. Mas nem é pela curiosidade de ver o conteúdo do tal site, mas sim pelo banner em si. E alguns deles merecem menção honrosa pelos efeitos que causam em mim…

Os dois primeiros banners compõem o que eu chamo de “WTF Banners“. Olha só pra isso:

ban1

Você olha pro primeiro banner e o tiozinho (tá, o Einstein), te diz que o QI médio dos seus coleguinhas é 100. E te atenta: vai lá, descobre que o teu é maior (o QI né, besta).  Pra quem nunca fez um teste de QI, parece legal, você nunca tinha dado importância pra isso antes, mas parece interessante e bla bla bla. Mas antes que você clique, o banner atualiza e o horror invade a sua tela.

O site te diz, descaradamente, que a Paris Hilton – é, ela mesma – tem o QI de 120. CENTO E VINTE! Vamos lá povo, força na matemática. São 20 a mais do que a média de um ser humano que pensa! Sim, porque os méritos da Paris, pra mim (eu sei quais são os méritos pra vocês, caras), são todos de sua “atuação” no filme trash “A Casa de Cera“. *SPOILER ALERT* Bom, não de toda a sua performance, mas especialmente na hora em que ela morre empalada, arrancando gritos da galera aqui do sofá. \o/

Mas, voltando…

O problema é que você, que ia, com tanta sede ao pote, ver qual é o resultado do seu teste, mostrar (talvez) para os amigos e ter mais uma informação sobre a sua tão superior inteligência, fica travado. Claro que fica! Imagina se você tem um QI inferior a 120. Não seria problema se você agora não soubesse (mesmo sem ser verdade – ou não, vai saber) que um QI menor do que 120 significa ser uma ameba falante ou seja, mais burro que a Paris Hilton!

O banner fica lá, piscando e te atentando: “E aí, babaca, você faz mais do que ela ou não?”  E as perguntas que ficam:

1 – Você faz o teste?

2 – Você faz mais do que 120?

Outro tipo são os banners “You can do it!”.

jogo1

jogo2

Vejamos. Você não pode instalar seus joguinhos preferidos no PC do trabalho e não aguenta mais jogar paciência, paciência spider, pinball e aqueles outros desafiadores e maravilhosos jogos que já vêm no seu computador? Seus problemas acabaram!

Os banners com joguinhos em flash com certeza não são a coisa mais bizarra que existe na web, mas estão no top 10 das coisas que mais me dão raiva. É IMPOSSÍVEL pular corda com a peituda ali de cima e ganhar ou mesmo achar um maldito Ás. É, eu já tentei sim. Nem tanto pelo MP3 player, porque até aí eu sei da balela, mas pela pura falta do que fazer. E só fiquei com ódio. Juro.

Há ainda os banners do tipo “Porta dos Desesperados“.

namoro1

Esses daí ficam sempre aparecendo no canto da minha janela do MSN e eu me recuso a clicar. Não é só porque eu sou (ou era – estou num momento de update afetivo) solteira que já vou começar a photoshopar minhas fotos pra me cadastrar em sites de namoro. Conhecer pessoas pela internet é uma consequência, obra do acaso (né, meninos? :D), feliz (ou infeliz) junção de momento e oportunidade.

Ainda: reparem na porra do ERRO DE CONCORDÂNCIA do link! Daí é querer matar um, peloamordedeus. Quero nem imaginar os pedreiros indivíduos que vou encontrar cadastrados lá.

E, por último, aqueles banners “Nós sabemos o quão idiota você é, mas não nos cansamos de testá-lo“…

idiotaidiota2

idiota3

É, meu querido. Os caras têm TANTA certeza de que você é um babaca, que os banners podem ser os mais toscos possíveis e eles têm razão, ainda tem muito idiota solto por aí. Eu conheço gente que ficou SUPER feliz em ver que tinha “e-mails novos” na sua caixa de entrada e depois SUPER bad por ver que era mais uma propaganda.

Olha, sabe o que é melhor mesmo? O Adblock Plus pro firefox. E tenho dito. A não ser que você queira compartilhar com a gente qual o seu QI e revelar que é menor do que o da Paris…

P.S.: E se vc usa outro browser, lamento. Não sei como te ajudar.

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Eu sou trash!

July 5th, 2009 Kika 1 comment

Já disse aqui uma vez que sou fã de dois gêneros cinematográficos: terror e trash. Também já disse que se for terror-trash, even better… Daí, pra responder as perguntas das minhas tias, que insistem em querer saber porque eu não tenho um namorado, acho que um dos melhores motivos é esse meu (bom) gosto peculiar… Então, vamos ao post (já que larguei a massagem pra vir aqui…).

É preciso ter em mente que existem alguns conceitos cuja explicação se faz necessária pra entender o meu gosto. Muitas vezes filmes trash são confundidos com outros gêneros, cuja tênue linha do mau ou do bom gosto são ultrapassadas.

Existem os chamados filmes “EXPLOITATION“, que são filmes geralmente baratos – mas não necessariamente trash – e que visam o lucro fácil e rápido abusando de cenas apelativas de violência e sexo.

Outros tipos de filmes exploitation são aquelas versões de obras já conhecidas, pra se aproveitarem do sucesso destas, como, por exemplo, a versão turca de Star Wars (sim, existe uma versão turca). Não faz muito o meu gênero, a não ser que comece a cair para o apelativo do ridículo. Daí eu gosto.

Sabe aquele cubo mágico? Não é nada diante dos brinquedinhos de Jigsaw...

Sabe aquele cubo mágico? Não é nada diante dos brinquedinhos de Jigsaw...

Outro gênero é o “GORE“, que são geralmente filmes bastante violentos, onde a abundância de sangue e de mutilação é o que mais se vê. Quem pode dizer que “O Albergue” e “Jogos Mortais” e suas sequências não são gore? Mesmo o hollywoodiano Tarantino pode ser gore. É, esse gênero eu também gosto bastante. Fazer o quê?

Existe o cinema “MONDO“, já para o lado dos documentários, onde se mostra padrões, culturas e hábitos voltados para bizarrices (pelo menos para os nossos padrões). Não gosto. De bizarrice basta o que me acontece na vida.

Tem os filmes “SNUFF” que, supostamente, são filmes reais, de abuso, tortura, até a morte da vítima. A existência desses filmes é muito questionada até hoje, mas o fato é que existem simulações de filmes snuff famosos no submundo cinematográfico (!) que deixam os mais experientes de cabelo em pé. Desses, eu passo longe.

E por fim, aquilo que eu realmente gosto. Filmes “TRASH“. Geralmente são filmes baratos e de baixa qualidade e, na maioria das vezes, são cômicos, sem que essa tenha sido a intenção em momento algum. Contam com interpretações em sua maioria amadora, roteiro falho, não contratam continuísta (pra que uma cena teria que ter continuação e sentido?), a direção é ruim e a produção ainda pior. Esses são os melhores filmes EVER!

O sangue visivelmente feito de catchup, tripas mais falsas do que nota de 30 reais, fios de nylon aparecendo, histórias sem pé nem cabeça, absurdos até então inimagináveis, monstros feitos de bonecos emprestados da coleção do Spectreman (ou do Jaspion, se você for um pouco mais novo que eu), tudo isso reunido em duas horas – quando muito – de diversão ao extremo.

Como não gostar de uma história sobre baratas mutantes assassinas que, no meio do filme, aprendem a ler e escrever? Ou um outro, cujo título já te alerta pro que vem: “Even The Dwarfs Started Small”? O filme é em preto e branco, em alemão e só tem anões bizarros no elenco liderando uma rebelião numa instituição para anões. Fantástico! Esse filme eu recebi por engano quando encomendei o das baratas, comentado acima. O meu fornecedor se desculpou e disse que tinha trocado encomendas, que o dos anões foi pedido por um cara que acabou recebendo o meu das baratas. Na mesma hora eu pedi pra ele o telefone e o nome do cara. Minha alma gêmea!!!

Megashark x The Giant Octopus, Zombie Strippers, Canibal – The Musical (de Trey Parker, sim, ele mesmo, o diretor de South Park), Bubba Ho-Tep (com ninguém menos que o maravilhoso Bruce Campbell, de The Evil Dead), Fun House (que os trintões como eu assistiram na tv aberta como “Pague para entrar, reze para sair”), o clássico O Ataque dos Tomates Assassinos e outros tantos, que fazem a alegria da nossa turma nas noitadas trash que organizo aqui em casa. São filmes impagáveis, diversão na certa, gargalhadas mais que garantidas e depois, uma mesa redonda que vale a noite inteira de discussão sobre a “obra-prima” vista.

Deixe aí de lado o seu preconceito e experimente. É viciante. Você vai, no mínimo, ter assunto pra fazer seus amigos rirem por um bom tempo.

Um Elvis caquético (Bruce Campbell) e um black John Kennedy têm que salvar os velhinhos do asilo onde moram, das garras de uma terrível múmia... Precisa mais?

Um Elvis caquético (Bruce Campbell) e um black John Kennedy têm que salvar os velhinhos do asilo onde moram, das garras de uma terrível múmia... Precisa mais?

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Re-cut!

June 18th, 2009 Kika No comments

Em outubro de 2005, uma entidade norte-americana chamada Association of Independent Creative Editors lançou um concurso oficial incentivando a produção dos chamados “re-cut trailers”. Os re-cut trailers mexem na trama do filme, suprimindo ou mudando a ordem de algumas cenas, usando-as para criar um trailer que passe uma idéia que seja completamente diferente do filme original. Pegam-se cenas de um filme de terror horripilante e monta-se um trailer como se fosse uma comédia romântica. Transforma-se uma comédia em um drama. Os resultados são os mais criativos possíveis. Quer conferir?

Lembra de “Top Gun”? Filme de ação, aviões, um pouco de drama, mortes, combates, tudo muito macho, certo? Veja no que foi transformado… (não que eu não ache que no filme original a história era bem essa mesmo…)

E “O Iluminado”? O clássico do Stephen King, com Jack Nicholson maravilhosa e assustadoramente louco-alucinado, levou muita gente a pular da cadeira do cinema ou passar pelo menos uma noite insone lembrando de algumas cenas bem punks. Mas e se a história fosse um pouco mais… light?

Em “Uma Babá Quase Perfeita”, o (naquela época) engraçado Robin Willians munido de uma mega maquiagem encarnou a babá doce e maternal que tomava conta dos próprios filhos. Mas alguém conseguiu quase transformar a babá perfeita na “mão que balança o berço” nesse recut…

“Toy Story” é um dos desenhos mais legais que eu já vi. Divertido e inocente, com piadinhas inteligentes, que deixa qualquer criança ainda mais apaixonada pelos seus brinquedos, incentivada pela possibilidade de poder interagir de verdade com todos eles. Mas aqui, os brinquedos estão mais pra Chuck do que para uma inocente Barbie…

E “Mary Poppins”, quem lembra? (Tá, eu sei que sou mais velha, mas é um clássico, pô) Mais uma vez a história de uma babá, alegre, simpática, com alguns poderes mágicos e que só quer ajudar. Filminho da Disney, inofensivo e com  lição de moral. Até chegar alguma mente deturpada e…

Esse daí é o meu Top 5 dos que eu conheço. Se você der uma passadinha no youtube vai encontrar vários outros re-cut trailers. Ociosidade e imaginação fértil não tem limites.

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CPE – Crendice Popular Errônea (ou aquilo que toda mãe e toda avó nos ensinam desde criancinhas…)

June 9th, 2009 Kika 4 comments

Há muito eu cheguei à conclusão de que mães e avós são os tipos familiares mais estranhos com os quais temos que conviver. E olha que perigo: somos criados por elas, ou seja, praticamente toda a nossa bagagem de infância e começo da adolescência vem dessas duas malucas. E você está se perguntando por que eu estou chamando a sua  mãe ou a sua avó de maluca? Veja só se você não aprendeu algumas dessas coisas com elas…

1 - Você deixa seu chinelo virado de cabeça pra baixo? Hoje, morando sozinho, já adulto, você pode até desafiar a lei primordial de preservação materna, mas eu aposto que desde criança ouvia sua mãe aos berros: “Desvira esse chinelo, moleque, você quer que eu morra, é?

Eu não engolia essa história nem a pau. Um dia, eu era moleca ainda, tava vendo o programa do Chacrinha com a minha mãe (é, eu sou da época do Chacrinha, sim) e resolvi fazer um teste. Deixei um pé do chinelo virado de cabeça pra baixo, perto de mim, sem a minha mãe ver. Fiquei vigiando. Se ela começasse a ficar meio verde ou sem ar, na hora eu ia desvirar o negócio, claro. Acabei confirmando a teoria de que se ela morresse ali, naquela hora, ia ser de desgosto pelo programa megatrash que a gente tava assistindo.

2 - Manga com leite? Jamais! Nunca provei e não sei nem que gosto tem. Minha avó dizia “manga com leite mata”. Imagina, duas coisas tão gostosas que, juntas, eram um verdadeiro veneno. Hoje todo mundo sabe que essa história vem desde o tempo da escravidão e bla bla bla. Mas, na época, elas não nos davam explicação nenhuma. Palavra de mãe é verdade científica confirmada por um simples “é assim porque eu tô falando que é”. E ponto final.

3 - Não brincar de ficar vesga. Elas diziam que se um golpe de vento te pegasse no susto, você ia ficar daquele jeito pra sempre. Nossa, eu morria de medo de ficar vesguinha pro resto da vida, então toda vez que eu cruzava os olhos era por um, dois segundos, no máximo! Também não podia ficar vesga  na hora que um galo cantasse. Sorte era morar na cidade e jamais ouvir um galo cantar na vida.

Desvira os olhos menina! Olha o golpe de vento!
Desvira os olhos menina! Olha o golpe de vento!

4 - Não apontar o dedo pra lua. Porque ia nascer uma verruga na ponta do dedo. Francamente, nossas mães tinham uma imaginação do cacete, fazendo a gente acreditar que a lua tinha poderes mutantes, que fariam uma verruga de bruxa crescer na ponta dos nossos dedos.

5 - Não pode varrer o pé de moça solteira senão ela não casa. Nem pode comer o último de nada senão também fica pra titia. E nem abrir guarda-chuva dentro de casa! Cara, é muita probabilidade da gente ficar solteirona… Eu nunca deixei ninguém varrer meu pé. Mas comer o último seja-lá-o-que-for de alguma coisa bem gostosa não me incomoda. Pelo contrário. E nem abrir o guarda-chuva dentro de casa. Se o bicho estiver molhado e eu não colocar pra secar, ele vai ficar com cheiro de cachorro fedido depois.

6 - Não pode pular na piscina logo depois do almoço. Dá congestão, faz mal e pode matar. Mentira mais deslavada pra não deixar a gente se divertir e elas poderem dormir depois do almoço sossegadas sem precisar vigiar menino se largando dentro da piscina. O castigo é que elas tinham que ficar ouvindo a cada 5 minutos: “Manhêeeee, quanto tempo falta??”

7 - Colocar um papelzinho molhado na testa do bebê pra passar soluço. De preferência com o cuspe da mãe. Toda mãe e vó sempre foi meio porca, a gente sabe. O neném lá, todo cheirosinho e com aquele treco babado na testa. Eca. Pior que todo mundo olhava e sabia que o bichinho tava ali, soluçante, só de olhar pro tal papelzinho.

Valeu, São Longuinho!

Valeu, São Longuinho!

8 - Pedir pra São Longuinho te ajudar a  achar alguma coisa. E depois retribuir com 3 assobios e 3 pulinhos (ou três gritinhos, existem algumas variações por aí). O fato é que, na religião católica, São Longuinho existe mesmo. E é, sim, o santo dos achados. Só não entendo porque ele ficaria feliz em nos ver pulando, assobiando ou soltando gritinhos em retribuição. Mas, enfim, ele é santo, não deve precisar de muita coisa…

9 - Vassoura atrás da porta pra espantar visitas indesejadas. Direto minha mãe me passava a vassoura discretamente pra eu colocar atrás da porta e espantar vizinhos pentelhos. Não sei se era a vassoura ou a finesse da minha mãe, mas eles iam mesmo embora logo…

10 - Se derramar sal, jogar um punhado por cima do ombro pra dar sorte. Agora eu não lembro se é o ombro esquerdo ou direito. Whatever. Essa daí é bem pouco prática. Da primeira vez que eu derramei sal na mesa (era moleca ainda) tomei um baita esporro da minha mãe e sequer lembrei de jogar o sal por cima do ombro. Da outra vez, já adulta, cozinhando, derramei um pouco de sal do lado de fora da panela, peguei um punhado e joguei sobre o ombro. Quando olhei pro chão, cheio de sal, lembrei que eu ia ser a idiota que ia limpar. Never again.

11 - Não colocar bolsa no chão senão o dinheiro vai embora. Vai chegando bêbada da balada e tenta mirar o cabideiro ou seja lá onde você coloca a sua bolsa. Impossível, amiga. Se der sorte, joga no sofá ou em cima da mesa. E o meu dinheiro vai embora a cada mudança de estação com liquidações e novas coleções, e não porque eu deixei a bolsa no chão.

12 - Mexer com fogo é xixi na cama na certa. Já reparou que nossas mães só vinham com essa história quando era época de festa junina? Criança tem uma atração irresistível por fogueira, né? E pra evitar merda… (como se adiantasse)

13 - Pegar na cor verde quando falar alguma coisa junto com outra pessoa. “Peguei no verde primeiro!” Gente, não tem coisa mais gay, mais “miguxa”, que nossas mães poderiam ter nos ensinado. E depois, qual a finalidade de pegar no verde? Quem pegava no verde primeiro ganhava o quê? Prêmio de retardado mais rápido do oeste?

E mais, minha mãe disse que a Lua tem poderes mutantes, cuidado...

E mais, minha mãe disse que a Lua tem poderes mutantes, cuidado...

14 - Fazer pedido pro cílio caído de outra pessoa. Tem coisa mais absurda do que você e outra pessoa fazerem um pedido para um cílio caído? Gente, relooouuu! É um cílio, um CÍLIO! Se eu fosse fazer  um pedido pra cada cabelo/pelo que cai do meu corpo, ia acabar pedindo era pra não ficar careca, isso sim.

Essas foram algumas CPEs que eu lembrei com a ajuda dos meus irmãos. Renderam, além desse post, uma boa noite de lembranças e risadas. Agora diz aí se tua mãe e tua avó não são tão malucas quanto as minhas.

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