E a 6a feira 13 veio…
… e se foi.
Porém, mesmo atrasada, aqui vai a minha homenagem ao ícone dessa data: Jason Vorhees.
… e se foi.
Porém, mesmo atrasada, aqui vai a minha homenagem ao ícone dessa data: Jason Vorhees.
Eu sempre adorei brincar de Lego. Lá em casa espalhávamos as peças de Lego pela casa, junto com as de Playmobil, montando mundos e mais mundos, nos quais ficávamos perdidos por horas, dando finalmente um sossego pra minha mãe.
Hoje, mais crescida (na verdade, mais velha, porque crescer mesmo…), a brincadeira não tem mais o mesmo encantamento e nem eu tenho mais o mesmo tempo disponível, então o Lego não faz mais parte da minha vida. Ou não fazia. Até poucas semanas.
Rock Band Lego para o Nintendo Wii. Na minha opinião, um dos melhores jogos que compramos lá em casa ultimamente. Que delícia é poder montar uma banda todinha de bonequinhos Lego e com a sua cara! E vê-los tocar e cantar um setlist composto por Queen, David Bowie, Bon Jovi, Iggy Pop, Incubus e The Police, entre tantos outros. Que diversão ver os bonequinhos Lego de Fred Mercury ou dos rapazes do Blur se apresentando!
Bateu aquela nostalgia gostosa e até andei vendo preços de Lego por aí (mas como andam caros, caceta…), mas o certo é que jogar Rock Band Lego me faz voltar um pouco no tempo, me faz jogar de forma descompromissada, divertida, reunindo minhas lembranças de infância com músicas que sempre gostei, que sei cantar ou que ouço até hoje.
Caso se interessem, temos vagas para baterista e vocalista lá em casa… ;)
Ano passado fui iniciada no mundo Pokémon. Não, não aquele do anime lá, com o Pikachu gritando “Pika Pika!”, porque sinceramente nunca vi muita graça nesse tipo de desenho. Mas nos pokémons dos games e dos cards.
O responsável pela minha iniciação foi meu namorado, o Rodrigo. Sim, sim, ele mesmo, o nerd que escreveu sobre mangás (e que também está me iniciando nessa seara). Primeiro por meio dos jogos de DS. Depois complementando com o TCG (Trading Card Game), que eu conhecia muito superficialmente por já ter jogado Yu-Gi-Oh! em seus tempos áureos.
Depois de muitas explicações (a maioria delas ignorada, porque eu devo ter algum tipo de DDA) sobre tipo de pokémons, fraquezas, golpes, efforts, evolução, itens, trainers e todo o tipo de coisas, montei meu time, tanto de cards como no DS e nunca mais parei de jogar.
Eu não tinha idéia de quanto era complexo esse mundo. Até hoje não entendo como funcionam algumas fraquezas e vantagens – por que diabos grama tem vantagem sobre água? – e ainda levo bastante tempo perdida entre algumas explicações. Existem 17 tipos de pokémons (grama, fogo, água, terrestre, voador, lutador, etc), isso sem contar naqueles que podem ser de dois tipos, como um Fogo-Voador, por exemplo. Existe um sem-número de golpes que eles podem (ou não) aprender. Mais não-sei-quantos itens que você pode equipar os pokémons. E as habilidades. E etc etc. etc. Vocês acham que é jogo pra criancinhas? Eu não acho mais…
Os amigos do Rodrigo também adoram Pokémon e, por isso, não é raro quando estamos reunidos em sampa o assunto girar bastante em torno disso. Já ouvi de tudo, desde preferências, até explicações lógicas e matemáticas, com relação à força, superioridade ou vantagem de um ou outro tipo de pokémon. O Rodrigo me ensinou (e ensina) bastante sobre como treinar, como jogar e o que cada pokémon é capaz de fazer. Existem pokémons superfortes, dragões, lendários, poderosíssimos. E existe o meu time. Existe o meu tipo preferido.
Existem os pokémons fofos.
Tanto o meu time de pokémon nos cards como no DS são de pokémons que eu vejo e falo “ooowwwnnn, eu querooooo…”. São aqueles que todo jogador olha e pensa “mas que time de mulherzinha da porra…”. São pokémons que eu não deixo evoluir pra um pokémon-monstrengo-superforte porque eu não quero que perca sua fofura.
E são pokémons que batem pra caráleo.
A prova? Batalhar via wi-fi com um amigo do Rodrigo em sampa, que joga pokémon desde a adolescência, com o meu time de pokémons fofos e dar uma surra nele. Com testemunhas e vídeo.
O bom disso é que consegui uma forma muito particular de jogar. Vejo o Rodrigo cheio de estratégias, planos e experiência e jogando pra caramba. E eu me divirto (e ele também se diverte comigo), jogando do meu jeito leve, com meus pokémons fofos que encaram qualquer dragão-lendário-pokémon-comedor, ou seja lá o que aparecer.
Seja como for, acho que o importante foi encontrar um jogo que me vicia, me empolga, me diverte, jogar da melhor forma que conseguir (superadas as minhas deficiências de atenção e memória sobre tipos, forças, habilidades e nomes que até hoje não sei e tenho que perguntar pro Rodrigo a cada 2 minutos de jogo), colocando toda a minha mulherzice no jogo e ainda estar no páreo com o resto dos nerds experts que encontro por aí.
E você, topa uma batalha com meu time “oowwnnn”?
De um lado periguetes mulheres gostosas (não na minha opinião, but…) e que não conseguem sequer somar 2 e 2. Do outro, nerds feiosos antenados em tecnologia e demais assuntos, mas que não possuem habilidade social alguma. Quer que desenhe?

Did you get the picture?
Então. Juntem as turmas, confinadas numa mansão. Meninas fashion, baladeiras, antenadas em moda, comportamento social, grifes, silicone, maquiagem e com um QI de um só dígito. Rapazes super inteligentes, com vasto conhecimento em tecnologia, tímidos, desajeitados e desconjuntados (como diria a minha avó).
Mulheres que se importam com a aparência e homens que esperam ansiosamente pelos novos lançamentos dos bonecos de Star Wars. Mulheres bonitas que pensam acham que o Arkansas é um país e homens inteligentes, porém feios, sem nenhuma experiência com mulheres.
Mulheres que não têm assunto com os homens da casa e homens que pouco se importam com o tamanho dos peitos delas. Mulheres que chegam ao cúmulo de dizer que o texto mais longo que já leram foi uma meia página de uma revista feminina.
Welcome to The Beauty and The Geek (ou As Gostosas e os Geeks, na tradução brasileira), o reality show que teve cinco temporadas nos EUA e chega à terceira temporada no Brasil.
São formados pares que têm que passar por provas, tanto de inteligência – pelo lado das meninas, quanto de moda, beleza, habilidades sociais – pelo lado dos rapazes. O “casal” que mais aprender um com o outro e se sair melhor nas provas do programa leva o prêmio de 250 mil dólares.
Ó a merda feita.
Chega a ser constrangedora a burrice da mulherada. E hilária também. Quer um exemplo? Num dos episódios finais de temporada sobraram dois geeks e duas periguetes gostosas. Um dos geeks se apresentou e as garotas tinham que tirar “pedra, papel e tesoura”, pra ver qual delas ia fazer par com ele. Ok, até uma colocar pedra e outra papel.
Guess what? AS DUAS se levantaram, comemorando. Oh man! É de matar de rir.
Ficou curioso? O horário é meio ingrato mas, se você é mais um geek leitor deste blog (muuuito provável), não vai ter nenhum programa mesmo. Sábado – 22h45, no Multishow.
;)
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